Arquivo para outubro \26\UTC 2007

26
out
07

O Melhor Grupo de Jovens é o Meu!

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logo.PNGVocê já imaginou se você realmente acreditasse nisso?

Independente de sua posição lá dentro (líder, pastor, ministro de louvor ou dança) qual seria a sua atitude em relação ao seu grupo de jovens ou adolescentes se você acreditasse nisso?

Estava pensando a respeito disso nestes dias.Creio que nossa atitude em relação a nossa igreja/ministério influencia diretamente o como as outras pessoas enxergarão aquilo que fazemos.

Já participei de reuniões de adolescentes onde parecia que todos estavam lá obrigados (inclusive líderes e ministros de louvor)! Obviamente o resultado era horrível… Mas também já participei de reuniões onde todos estavam tão felizes de estar lá que nem mesmo a falta de qualidade musical dos ministros fazia diferença! Era o melhor lugar do mundo para se estar!

Entenda que os problemas sempre existirão, e alguns deles você não pode nem mesmo “resolver”. Porém você pode (e deve) mudar a sua atitude em relação aos “defeitos” do seu grupo de jovens/adolescentes.

É mais ou menos como aquela história de Josué e Calebe. Eles olharam para o “grupo de jovens” que Deus tinha para eles, e viram os mesmo gigantes que os outros caras tinham visto. Porém a atitude deles foi totalmente diferente dos outros caras! (Leia em Num. 13)

Se você realmente não gosta do grupo de jovens/adolescentes de sua igreja, tome uma atitude em relação a isso! Sirva ao líderes/pastores do ministério e faça o seu melhor para que o seu grupo de jovens/adolescentes seja o melhor grupo do mundo! Use a sua influência para construir e não para destruir…

Deus conta com você!

Por: Tody

Ministério Megafone

Comunidade Cristã Reviver

Visite: http://www.ministeriomegafone.com.br

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19
out
07

Perseverança

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“se projetas alguma coisa, e ser-te-á firme, e a luz brilhará em teus caminhos”. Jó 22:28

logo.PNGMuitas vezes somos tentados a desistir dos nossos valores, projetos, conquistas e principalmente dos sonhos de Deus para nossa vida. Ao lermos a história de Jó, que mesmo passando por tudo o que já sabemos (doenças, miséria, desprezo, sofrimento, etc.), não desistiu e optou por não abrir mão do Senhor e prosseguir com Ele, independente das circunstâncias, temos um belo exemplo de conduta e perseverança.

Mesmo depois de ler várias vezes este livro, ainda fico admirado ao ver a perseverança deste homem que mesmo questionando a situação que passava, permaneceu com o Senhor, confiando em seu cuidado e zelo por sua vida. Hoje é muito comum ter Jó como exemplo de paciência, principalmente pelo que ele ouviu de seus amigos, mas tenho Jó como exemplo de força, e principalmente perseverança. Acredito que se passe por muito menos  do que ele passou, não teria suportado. Glória a Deus por este exemplo.

O mais citado exemplo bíblico de perseverança é Abraão, que passou um longo período de tempo aguardando o cumprimento das promessas do Senhor. Acredito que o exemplo de Abraão é mais próximo de nossas atitudes (enquanto ser humano), pois depois de receber a promessa que seria pai de muitas nações (Gn 12:2 e 13:16), tentou “encurtar o caminho”  tendo um filho com a serva de Sara, a Agar. Prosseguindo na história, vemos que não era este os planos do Senhor para Abraão (Gn 17:16, 19, 21), acredito inclusive que a passagem em Gn 17:1 é um “puxão de orelha” que o Senhor deu em Abraão.

A promessa do Senhor de fazer a descendência de Abraão prospera e incontável, implicaria em um início de no mínimo um filho, mas havia ali uma enorme dificuldade, uma vez que Sara era estéril (Gn 11:30), mas Deus não se limita as circunstâncias naturais. Podemos crer em suas promessas, por mais que pareçam impossíveis como no caso de Abraão. Não precisamos encurtar o caminho! Mas tenho que admitir que é isso é muito mais fácil na “teoria” do que na prática… (Ajuda-nos Senhor!)

Outro grande exemplo bíblico de perseverança é José, que após ter revelações em sonhos (Gn 37:5-9), passou por situações adversas, sendo inclusive jogado em uma cova por seus próprios irmãos (Gn 37:24) e depois foi vendido como escravo a mercadores (Gn 37:28). Neste instante, vemos que a situação não estava nada favorável a José. Ele poderia pensar que todos os seus sonhos não passaram de bobagens e ilusões, mas não foi o que aconteceu. Durante todo o momento de adversidade que José estava vivendo, o Senhor era com ele (Gn 39:2, 21), e com perseverança, José alcançou as promessas reveladas por sonho a ele (Gn 42:6).

Abraham Lincoln, é outro exemplo de perseverança, onde mesmo após perder diversas eleições para cargos políticos nos Estados Unidos, perseverou e prosseguiu sua jornada até que em 1861 foi eleito presidente da república americana, sob comentários maldosos e zombaria de muitos que pautando nas situações passadas, não acreditavam em sua capacidade e vitória, mas ao contrário, ele perseverou e acreditou que seria possível. Ele tomou a decisão de não acreditar no passado e sim olhar para o futuro.

Martin Luther King, também pode ser citado nesta lista, pois foi crendo em seu grande sonho que deu início a grande conquista da igualdade entre os cidadãos americanos sendo eles negros ou não.

Acredito que o exemplo mais contemporâneo e marcante de perseverança fica por conta de Gabriele Andersen-Scheiss (foto), a maratonista suíça que marcou a história dos jogos olímpicos de Los Angeles em 1984, não por ser a primeira colocada, ou quebrar recordes em sua categoria, mas  sim por não desistir, não se entregar e perseverar em busca do seu objetivo. Aos 39 anos, e coberta por uma desidratação e cansaço, Gabriele recusou auxílio médico e água, no final do trajeto, pois nesta época, qualquer ajuda desta maneira desclassificaria o atleta, e devido a sua idade, ela sabia que não teria outra oportunidade para competir em jogos olímpicos, então optou por não receber atendimento médico e até mesmo água durante a prova e prosseguiu cambaleando, toda torta até alcançar seu objetivo. Isso sim é perseverança!

Desejo alcançar os planos e sonhos de Deus para minha vida, mas muitas vezes sou levado a encurtar o caminho como fez Abraão, enterro as promessas de Deus nas covas que sou lançado, me canso de tentar, aceito ajuda e me deixo desclassificar da minha prova. Ah Senhor, ajuda-me… faz-me perseverar assim como Jó, José, enche-me da convicção de Abraão, da persistência de Abraham Lincoln, da confiança em Seus sonhos como Martin Luther King, dá-me a força e perseverança de Gabriele Andersen-Scheiss, pois o meu desejo é estar ao Seu lado sempre!

Abraços

11
out
07

Aceitando sua Missão: as obras de amor

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“Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos” 2 Tm 1:9

logo.PNGO Senhor, com sua infinita bondade, nos proporcionou o privilégio de participar de sua obra através de nossas atividades, dons e ministérios.

Nossos dons produzem frutos na vida dos outros discípulos de Jesus. Os dons são para que aqueles que os têm ajudem os outros a desenvolverem em si mesmos seus dons. É para a edificação da igreja (I Pe 4:10). Antes de mais nada, servir a alguém, significa servir a Deus (Mt 25:40), multiplicando nossos talentos e tendo a certeza de que estamos contribuindo com alguém e levando Jesus até esta pessoa.

Pensar nos que precisam da nossa ajuda não é só uma obrigação, mas uma questão de obediência a um dos mandamentos de Deus que é o de amar o nosso próximo como a nós mesmos (Mt 22:39). Aquilo que gostaríamos que fizessem conosco, devemos da mesma maneira procurar fazê-lo ao nosso próximo, pois a vida é assim, colhemos aquilo que plantamos.

Ministério significa servir, sendo, na minha opinião, primeiramente a Deus, depois a Igreja (corpo de Cristo), e também ao mundo através do nosso testemunho. Não podemos confundir um ministério com um título dado as pessoas, pois um ministério é um serviço/função, já um título é algo pessoal. Servir não é tarefa somente de alguns. Toda pessoa é chamada a desempenhar algum serviço em favor do seu próximo. Cada um na sua função, procurando servir da melhor maneira.

A harmonia deve ser o fundamento de uma igreja orientada pelos princípios bíblicos, o que rejeita uma idéia de hierarquia, relacionada a um poder autoritário e sem propósito (Mc 10:42-45), assim toda função desempenhada na igreja tem o mesmo valor e importância, mesmo algumas sendo mais percebidas que outras.

Participar da obra do Senhor, servindo os nossos irmãos é a nossa função, pois como lemos em 2 Timóteo 1:9, somos salvos para levar a salvação aos outros, somos abençoados para abençoar outros, somos libertos para levar liberdade aos cativos (Is 61:1,2).

“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” Ef 2:10

02
out
07

Deus Mandou Matar?

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logo.PNGHá continuidade ou não entre o conceito de guerra santa do Antigo Testamento e os princípios éticos do Novo Testamento? 

Servimos ao Senhor dos Exércitos ou ao Príncipe da Paz ? Ou Deus é ambos? 

De que maneira nossas ações deveriam refletir o caráter divino nestes tempos perigosos?

O atentado em 11 de setembro de 2001 chamou a atenção para a dura realidade da jihad. Entretanto, a guerra santa não é nova, nem é invenção do islamismo. O Antigo Testamento registra o genocídio cananeu em nome de Yahweh. Como harmonizar isto com os ensinos de Jesus que nos ordenam amar nossos inimigos e vencer o mal com o bem? Se nossa teologia gera seu fruto em nosso procedimento como cristãos, não podemos ignorar a questão da violência na Bíblia.

Escritos por quatro eruditos, os pontos de vista apresentados nesta obra provocante permitem que o leitor compare as perspectivas distintas acerca da guerra santa, do juízo divino e do uso da força bruta, a fim de chegar às suas próprias conclusões em relação ao que a Bíblia ensina. O desafio está feito!” * 

O livro “Deus Mandou Matar?: 4 Pontos de Vista Sobre o Genocídio Cananeu” contempla o dilema que muitos cristãos vivem, inclusive nos dias de hoje: – Como relacionar o Deus apresentado no Antigo Testamento (AT), com o Deus revelado no Novo Testamento (NT)?

Esta certamente é uma pergunta desconcertante que qualquer cristão pode enfrentar, e que devido os acontecimentos dos últimos tempos, se torna cada vez mais freqüente.

Admito que eu mesmo já passei por uma situação embaraçosa, quando um colega do serviço, em meio a um assunto sobre  terrorismo, questionou a diferença entre os atos terroristas e a máxima do novo testamento: “Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé”Ex 21:24. Na ocasião, só me restou admitir que não tinha argumentos para esta observação, uma vez que nunca havia questionado, ou mesmo pensado sobre isso. Desde então passei a estudar o assunto, até que cheguei a este livro.

O sexto mandamento ordena: “Não matarás” Ex 20:13. Esta ordem foi revelada a Moisés pelo próprio Deus, desta forma, podemos interpretar esta ordem, como sendo Sua vontade para Seu povo. Mas ao prosseguirmos um pouco mais na história, lemos:“E o SENHOR teu Deus a dará na tua mão; e todo o homem que houver nela passarás ao fio da espada. Porém, as mulheres, e as crianças, e os animais; e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e comerás o despojo dos teus inimigos, que te deu o SENHOR teu Deus. Assim farás a todas as cidades que estiverem mui longe de ti, que não forem das cidades destas nações. Porém, das cidades destas nações, que o SENHOR teu Deus te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida. Antes destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos perizeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o SENHOR teu Deus.”Dt 20:13-17. A primeira vista, parece ser esta uma contradição ao mandamento entregue a Moisés, mas não devemos deixar de considerar que o amor de Deus para com o seu povo não se sobrepõe ao seu atributo de justiça (Sl 11:7). Cabe aqui, a pergunta feita por Bildade, um dos amigos de Jó: “Porventura perverteria Deus o direito? E perverteria o Todo-Poderoso a justiça?” Jó 8:3. Podemos considerar ainda a própria natureza do pecado, que é a morte (Rm 6:23).

Contudo, no versículo 11 do capítulo 33 do livro de Ezequiel, lemos a seguinte passagem: “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos…”.Nela, vemos claramente que o Senhor não deseja a morte, nem mesmo dos ímpios, apesar de sentir profundo desgosto pelo pecado.

Lembrar do livro de Apocalipse, que pertence ao NT e foi escrito pelo apóstolo que soube interpretar da maneira mais amorosa a passagem de Jesus sobre a terra, na minha opinião, é o principal elo de ligação entre o AT e o NT. Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13:8).

A leitura é de fato muito atraente, não só por apresentar o assunto por 4 pontos de vista distintos, mas por permitir a discussão entre todos os autores, que após cada capítulo, escreve sua “réplica” ao capítulo apresentado.

É uma leitura muito interessante!

Leia abaixo, os trechos de maior destaque de cada autor e seu ponto de vista:

  • Descontinuidade  Radical

“Se o nosso Deus é semelhante a Cristo, podemos afirmar categoricamente que Deus não é destruidor. A morte não é parte da criação original de Deus, pois não mais haverá ‘morte nem tristeza, nem choro nem dor’ na nova criação (Ap 21:4). Deus não se envolve em violência, seja punitiva, seja redentora, seja sagrada. Violência e morte são conseqüências intrínsecas à violação da ordem criada por Deus. São obras de Satanás, pois este foi ‘homicida desde o princípio’ (Jo 8:44). Deus não utiliza a morte de maneira proativa, como instrumento de juízo, uma vez que a morte é um inimigo, o ‘último inimigo a ser destruído’ por Cristo (1 Co 15:20-28). Deus não faz acordo com o inimigo.” * p. 35

C. S. Cowles, professor de Bíblia e Teologia no Point Loma Nazarene University.

  • Descontinuidade Moderada

“Um fator de fundamental importância a ser considerado na análise sobre o problema da guerra de Javé, e sua seqüência natural no uso do herem ou genocídio, é a natureza de Deus, pois ele, segundo o texto sagrado, que o concebeu, incentivou, implementou e dela se beneficiou. Contudo, é impossível obter uma compreensão total dessa natureza, de modo que devemos nos concentrar com a síntese teológica de que Deus é Santo, correto inculpável e justo, mas também benigno misericordioso e pronto a perdoar. Esses traços exclusivos e evidentes do caráter de Deus coexistem mutuamente no registro bíblico sem uma solução humanamente inteligível. Portanto, o dilema moral e ético da guerra de Javé também deve permanecer sem uma explicação racionalmente satisfatória. O máximo que se pode dizer, correndo-se o risco de cair num jargão, é que, se Deus é tudo o que a Bíblia diz ser, então tudo o que ele faz deve ser bom – e inclui autorizar o genocídio.Contudo, deve-se prontamente reiterar que o genocídio sancionado pelas Escrituras Sagradas foi único quanto ao seu momento, lugar e circunstâncias.” * p. 104

Eugene H. Merrill, professor de Antigo Testamento no Dallas Theological Seminary.

  • Continuidade Escatológica

“A ordem divina de exterminar um inimigo reflete sua santidade e justiça, mas estas não podem ser entendidas sem a misericórdia, a graça e longanimidade do mesmo Deus. É de fundamental importância no ensino do NT esse confronto da santidade e da justiça com a misericórdia e a graça, expresso no sofrimento santo e inocente de Jesus em sua morte. Ao morrer, Ele suportou toda a ira da justiça de Deus no lugar da raça humana. Aqui está o Cordeiro, o sacrifício por todos que estão em inimizade contra Deus. O mundo permanece condenado sob a perfeita santidade e justiça de Deus. Foi para essa massa humana condenada que Deus enviou seu Filho para trazer resgate, vida e salvação a todos os que crêem. Desta forma, a justiça de Deus é transformada por meio de sua misericórdia.No Jesus escatológico, encontra-se a unidade entre o tempo e a eternidade e também a unidade entre os Testamentos.” * p. 149-150

Daniel L. Gard, professor de Teologia Exegética no Concordia Theological Seminary.

  • Continuidade Espiritual

“Muitos cristãos tem renegado o AT, afim de evitar o envolvimento com os atos sangrentos de Deus, encontrados naquelas páginas. Eles percebem uma grande diferença entre o Deus de Josué e Jesus Cristo, que ensinou a amar os inimigos e oferecer a outra face. Entretanto desprezar o AT é mera conveniência, e os que fazem isso ignoram o fato  de que o NT  se alicerça na revelação do AT, confirmando suas mensagens, explícita e implicitamente. Além do mais, como contataremos a seguir, o NT, em última análise é igualmente sangrento. Não é admissível que simplesmente separemos o AT do cânon das Escrituras e moldemos  o Deus que adoramos de acordo com o que pensamos ser aceitável” * p. 169

Tremper Longman III, professor de Antigo Testamento no Westmont College.

Veja algumas opiniões publicadas no site da editora: 

“A prática do que denominamos ‘limpeza étnica’ está presente na origem das etnias como grupos socializados, e a religião tem sido sua maior motivação há milênios. A abordagem específica dos autores sobre o tema possibilita ao leitor o conhecimento bíblico e acesso aos segmentos da Antropologia e da Sociologia. É importante destacar nesta obra que a chamada ‘guerra santa’ não terminou com o Antigo Testamento e que os atos em nome de Deus ainda permeiam o imaginário religioso de vários povos.” **Reginaldo Borges, doutor em Missões Urbanas pela Faculdade Teológica Sul-Americana de Londrina (PR). Antropólogo pela Universidade Federal de Pernambuco e professor de Antropologia e Sociologia no Seminário Presbiteriano do Norte, Recife (PE).

“Esta é mais uma valiosa obra que propicia o debate teológico sobre um tema bastante curioso e polêmico. Certamente enriquecerá a leitura de todos aqueles que queiram entender melhor o tema e sua diversidade de interpretações à luz das Sagradas Escrituras.” **Cláudio José Araújo da Silva, mestre em Teologia Bíblica pelo Seminário Batista Equatorial em Belém (PA). Coordenador da Pós-Graduação da Faculdade de Teologia Hokemah, São Luís (MA).

“Muitos já se sentiram intrigados ao lerem as Sagradas Escrituras e depararem com as ordens de Deus para total destruição de povos, incluindo homens, mulheres e crianças. Esta obra apresenta alguns pontos de vista sobre esses textos, respondendo ao anseio de uma posição cristã a respeito de assuntos atuais como guerra santa, terrorismo e o atentado de 11 de setembro. Um material muito rico para pesquisa e Educação Teológica.” **Marco Antonio Almeida, pastor titular da Igreja do Nazareno Ebenézer, Campinas (SP). Formado em Psicanálise pela Sociedade Psicanalítica Ortodoxa do Brasil. Mestrando em Ciências da Religião, com ênfase na Missão da Igreja, pela Faculdade Teológica Nazarena.

“Esta obra leva-nos a refletir sobre o Deus do Antigo Testamento e a compará-lo com o Deus do Novo Testamento. Os autores nos fazem entender que o genocídio cananeu é a imagem mais concreta da guerra santa que atingirá seu ápice no juízo final, quando a vitória de Jesus, conquistada no Calvário e ratificada com a ressurreição, será efetivada de uma vez por todas.” **Cleodon Amaral de Lima, mestre em Teologia Dogmática, com Concentração em Estudos Bíblicos, pela Pontifícia Universidade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP). Professor de Teologia Bíblica pela Tv Século 21, Valinhos (SP).

*GRENZ, Stanley.et al. Deus Mandou Matar?: 4 pontos de vista sobre o genocídio cananeu. Tradução de Jamil Abdalla Filho. São Paulo: Vida, 2006. 215 p. Título original: Show them no mercy: four views on God and Canaanite genocide. 

** DEUS MANDOU MATAR?. Vida Acadêmica, São Paulo. Seção Eu Recomendo. Disponível em: <http://www.vidaacademica.net/V1/content.asp?id_conteudo=312>. Acesso em: 01 out. 2007.




"Lembrem-se dos primeiros dias, depois que vocês foram iluminados..." Hebreus 10:32
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