Arquivo para junho \27\UTC 2008

27
jun
08

Testemunho I

Na última terça-feira (24/06) tive o meu último dia de aula na faculdade!

Glória a Deus por isso!

 

Mas quero registrar aqui algumas experiências que passei durante estes 4 anos ali.

 

Começo com a minha entrada na faculdade onde pude experimentar a fidelidade e cuidado de Deus para comigo. Nesta época, estava afastado de Deus, pois me deixei levar pelas circunstâncias, então fiz uma “prova” com Ele, e pedi que entrasse na faculdade, tendo em vista que já havia prestado vestibular algumas vezes, mas sem sucesso. Após este pedido, fiz inscrição para o vestibular, mas sem esperar que passaria. Não estudei para a prova, mas para a minha alegria, passei em 4º lugar, conquistando uma bolsa de 90%, o que me daria condições de pagar a mensalidade, tendo em vista que a faculdade é particular e nem eu, nem minha família teria condições de pagar as mensalidades integrais.

 

Durante o curso, pude ver uma de minhas orações respondidas, pois não fui um bom aluno até o 3º ano do ensino médio, e sempre pegava recuperação, chegando até mesmo a repetir de ano uma vez. Mas durante o ensino médio, recordo de sempre pedir a ele que me transformasse e me fizesse gostar de estudar e também me desse facilidade para entender as matérias. E foi ali na faculdade que pude viver a resposta desta oração. Hoje eu realmente gosto muito de estudar. Minhas notas, nestes 4 anos foram uma das melhores da sala, chegando sempre próximo a média de 90 pontos (Toda Honra, Glória e Louvor a Deus!!!!). Realmente sou um testemunho de transformação, apenas um exemplo do que Ele pode fazer por nós!

 

Com o passar do tempo, fui me envolvendo com as atividades normais de um universitário, até conhecer um ministério em minha igreja local que trabalhava apenas com universitários. Pude conhecer melhor o trabalho que eles desenvolviam, incluindo a formação de clubinhos de evangelismo nas faculdades, o que me motivou intensamente a abrir um na minha própria faculdade.

 

Minhas maiores experiências ali, certamente foram nos 2 anos e meio em que participei ativamente do nosso clubinho “Intervalo com Deus”. Tenho excelentes lembranças dos nossos encontros que nos proporcionaram experiências marcantes, até a última reunião. Nas próximas semanas, vou escrever um pouco do que vivi ali no “Intervalo com Deus”, para que estes momentos fiquem registrados.

 

Quero agradecer ao Senhor, pelo tanto que ele fez por mim enquanto estive ali na faculdade; pela proteção; cuidado; pelo conhecimento; capacitação; por estar sempre ao meu lado. Quero agradecê-lo pela oportunidade de proclamar o Nome dele ali; pela oportunidade de estudar e me desenvolver; por cada um dos meus colegas e amigos de classe, que também ouviram sobre Ele; por cada um dos meus professores que se dispuseram a compartilhar seus conhecimentos; pelas provas e provações que certamente me aperfeiçoaram.

 

Obrigado Jesus!

 

Eu te amo, não apenas pelo que o Senhor fez durante estes 4 anos, mas principalmente pelo que o Senhor é!

 

Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do SENHOR fez isto…” Is 41:20

 

Abraços

20
jun
08

Oração

 

Pai nosso, que estás nos céus…” Mt 6:9

 

Deus nos conhece muito bem, afinal é o nosso criador, sendo assim,conhece nossos desejos, vontade e sentimentos. Uma das formas que temos de estabelecer um relacionamento íntimo com Deus é através da oração.

 

Através da oração podemos conhecer a vontade de Deus para nós e assim cumpri-la com alegria. A oração não deve ser metas para que o Senhor cumpra, ainda que seja uma petição, a oração deve nos transformar, convertendo o nosso coração ao coração dEle.

 

Atendendo um pedido dos próprios discípulos, Jesus ensinou a oração do Pai nosso que serve como exemplo e engloba todos os “tipos” de oração que podemos fazer:

 

  • Confissão/Identificação/Filiação: Mt 6:9
  • Gratidão
  • Rendição/Renúncia: Mt 6:10a
  • Petição: Mt 6:11
  • Perdão/Comunhão: Mt 6:12
  • Proteção: Mt 6:13a
  • Reconhecimento da autoridade/poder/senhorio: Mt 6:10b;13b
  • Glorificação/Adoração: Mt 6:13b

 

Contudo, nossas orações não devem ser vãs repetições como nos exorta o próprio Jesus em Mateus 6:7. Ainda que o Senhor tenha nos dado um modelo, nossas orações devem ser espontâneas, sinceras e fruto de um relacionamento agradável com o Senhor, uma verdadeira conversa entre bons amigos (João 15:15).

 

Como a oração corresponde a um relacionamento com o Senhor, ela é pessoal e deve ser praticada a todo momento.

 

Orai sem cessar.” 1 Tessalonicenses 5:17

 

Abraços

13
jun
08

As Doutrinas da Natureza Humana

Ao criar o homem, ver que sua criação é boa, Deus sopra nas narinas do homem e compartilha com ele a mesma vida que existe nEle (ZÖE). É como se o homem fosse a “extensão” de Deus na Terra (Sl 8:3,8) assim, o corpo seria apenas um espécie de capa para transportar sua alma e espírito sobre a Terra, sendo possível estabelecer contato direto com o mundo material criado por Ele. Daí a necessidade de vivermos espiritualmente e buscando Deus diariamente (II Co 4:16).

 

Em Romanos 5:12, Paulo nos relata que através de um único homem (Adão) o pecado entrou no mundo, e consequentemente a morte, esta, por sua vez passou a todos os homens, deste forma todos pecamos. Adão se tornou, não apenas mortal, quanto ao seu corpo, mas também espiritualmente morto; morto para Deus; morto no pecado; nulo daquele princípio que Paulo denomina, ‘a vida de Deus’ (Efésios 4:18). Podemos citar como a conseqüências do pecado:

 

  • Morte do espírito – Ao pecar, o homem perdeu a vida de Deus e isto foi a morte espiritual. O espírito ficou separado de Deus que é vida: O Espírito não deixou de agir, mas perdeu a vida, e a alma passou para o comando.
  • Morte da alma – As funções da alma foram corrompidas e o homem não tem mais a capacidade de raciocinar certo para chegar à conclusões certas. Ele ama o que não deve e odeia o que não deve.
  • Morte física – Com a morte espiritual, o princípio da morte física começou a operar no corpo. É a morte que opera todo o processo de envelhecimento no corpo.
  • Morte eterna – é a extensão da morte espiritual após a morte física. É definitiva e irrevogável. É a separação eterna de Deus.

 

Através do Espírito Santo, somo convencidos do pecado, quando percebemos a ausência de algo, seja material ou espiritual, assim como na parábola do filho pródigo, enquanto possuía bens, não se sentia mal, mas assim que se viu em uma situação extremamente desconfortável, voltou a casa de seu pai. A convicção do pecado nos leva ao arrependimento (Lc 15:21 / 24:46,47), que é a chave para a salvação, que por sua vez é a recuperação de algo que estava em processo de perda (nós mesmos).

 

Por isso não desanimamos: pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia.”  II Co 4: 16.

 

Abraços

06
jun
08

O Deus da história

Toda a Bíblia nos mostra a criação da história feita por Deus. A começar em Gênesis 1, onde tudo o que podemos ver (céu, estrelas, mares, peixes, mineral, vegetal, animal, e por fim, o homem) foi criado por Ele em uma ordem lógica, extremamente organizada e precisa, e posteriormente a continuidade desta história, passando por Abraão, Davi e culminado em Paulo e nas revelações de João.

 

Nestes textos bíblicos, somos apresentados ao caráter de Deus e contagiados por seu amor incondicional, sua justiça implacável, sua misericórdia eterna, sua soberania inquestionável, entre tantas características que nos apontam um caráter perfeito, marcado pela abdicação de sua glória, para viver entre os homens e suportar o peso do pecado de toda a humanidade, em busca da redenção (Jo 3:16) de sua boa obra (Gn 1:31).

 

Ao se entregar a cruz, por amor a todos, Cristo demonstra uma realidade maior de misericórdia e compaixão, que está acima (acredito eu) do nosso entendimento, nos proporcionando justificação, regeneração, identificação que implica diretamente em filiação. Muitos versículos na Bíblia falam da nova identidade, alcançada através do novo nascimento, pelo qual o homem se torna filho de Deus (Jo 1.12,13; Rm 8.15-17, Gl 4.6,7; II Pe 1.4).

 

Desde então, vários fatores contribuíram para a propagação do cristianismo em todo o mundo:

– Mensagem destinada a toda a humanidade e não apenas a um povo determinado;

– Viagens missionárias dos primeiros cristãos;

– Perseguição à Igreja, levando as pessoas a vários outros lugares, disseminado os princípios cristãos;

– Monoteísmo, que já era praticado pelos judeus; etc.

chegando até nós, da mesma maneira viva e eficaz, como no tempo dos apóstolos, marcando e dividindo nossa história através da nossa salvação. Salvação que inicia com o imenso amor de Deus, passa pelo desejo dEle de nos aproximarmos (Is 41:22) e confissão do seu Senhorio (Rm 10:9-10).

 

 

Abraços




"Lembrem-se dos primeiros dias, depois que vocês foram iluminados..." Hebreus 10:32
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