13
jun
08

As Doutrinas da Natureza Humana

Ao criar o homem, ver que sua criação é boa, Deus sopra nas narinas do homem e compartilha com ele a mesma vida que existe nEle (ZÖE). É como se o homem fosse a “extensão” de Deus na Terra (Sl 8:3,8) assim, o corpo seria apenas um espécie de capa para transportar sua alma e espírito sobre a Terra, sendo possível estabelecer contato direto com o mundo material criado por Ele. Daí a necessidade de vivermos espiritualmente e buscando Deus diariamente (II Co 4:16).

 

Em Romanos 5:12, Paulo nos relata que através de um único homem (Adão) o pecado entrou no mundo, e consequentemente a morte, esta, por sua vez passou a todos os homens, deste forma todos pecamos. Adão se tornou, não apenas mortal, quanto ao seu corpo, mas também espiritualmente morto; morto para Deus; morto no pecado; nulo daquele princípio que Paulo denomina, ‘a vida de Deus’ (Efésios 4:18). Podemos citar como a conseqüências do pecado:

 

  • Morte do espírito – Ao pecar, o homem perdeu a vida de Deus e isto foi a morte espiritual. O espírito ficou separado de Deus que é vida: O Espírito não deixou de agir, mas perdeu a vida, e a alma passou para o comando.
  • Morte da alma – As funções da alma foram corrompidas e o homem não tem mais a capacidade de raciocinar certo para chegar à conclusões certas. Ele ama o que não deve e odeia o que não deve.
  • Morte física – Com a morte espiritual, o princípio da morte física começou a operar no corpo. É a morte que opera todo o processo de envelhecimento no corpo.
  • Morte eterna – é a extensão da morte espiritual após a morte física. É definitiva e irrevogável. É a separação eterna de Deus.

 

Através do Espírito Santo, somo convencidos do pecado, quando percebemos a ausência de algo, seja material ou espiritual, assim como na parábola do filho pródigo, enquanto possuía bens, não se sentia mal, mas assim que se viu em uma situação extremamente desconfortável, voltou a casa de seu pai. A convicção do pecado nos leva ao arrependimento (Lc 15:21 / 24:46,47), que é a chave para a salvação, que por sua vez é a recuperação de algo que estava em processo de perda (nós mesmos).

 

Por isso não desanimamos: pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia.”  II Co 4: 16.

 

Abraços


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