Archive for the 'Diálogos de Ontem' Category

28
dez
09

Ano Novo Tudo Novo!

O nascer de um novo ano é sempre um bom tempo para analisarmos nossos conceitos, atitudes, caminhos…

É sempre bom fazer promessas, e melhor ainda é cumpri-las!

Ter novos rumos e novos oportunidades é sempre bom principalmente em um novo ano!

Deixo um recado para vocês da Nívea Soares, o que ela deseja é o mesmo que desejo para vocês!

Ótima virada de ano e muitas realizações no decorrer dele!

21
dez
09

Comemorar

Comemorar é sempre bom não é mesmo?

Seja a aprovação no vestibular, a compra do primeiro carro, o nascimento de um filho, o novo nascimento em Cristo, a promoção no emprego, o aniversário…

De qualquer forma, o melhor de tudo é agradecer por tudo o que recebemos, pois sabemos que nada do que temos, conseguimos por nós mesmos e estamos, mas sim através dEle “porque quem sou eu, e quem é meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos” (1ª Crônicas 29:14).

Obviamente isso não significa que não podemos dar nada a Deus, pois mesmo que não consigamos chegar a grandiosidade que Ele mereça, Ele sempre está pronto para receber o que o que estivermos dispostos a dar.

Jesus, muito obrigado por tudo o que o Senhor tem me concedido e pelo que eu sei que o Senhor ainda me concederá!

14
dez
09

Coração Todo Teu

Fim de ano é sempre tão corrido…

Provas finais, festas, confraternizações, relatórios, compromissos… a agenda fica pequena.

Ás vezes tenho a nítida impressão que não vou conseguir cumprir tudo o que é necessário. Nesta hora é que tenho que correr para os pés daquEle que me capacita em todas as coisas. Sem Jesus é impossível prosseguir…

Apesar de tantas atividades ainda quero manter o meu coração totalmente em Jesus!

07
dez
09

Desafios das juventudes

Pensar em desafios comuns para a juventude do Brasil é algo praticamente impossível devido à variedade de tribos e perfis, que carregam consigo objetivos distintos, gerados por suas próprias culturas e tradições. Tenho buscado do Espírito alguns “insights” sobre os sonhos dele para a juventude. Talvez eu cite algo que tenha a ver com sua vida dentro do seu contexto.

Há pouco tempo um amigo me telefonou: “Cara, hoje eu acordei atrasado para o trabalho, nem tive tempo de comer. Tenho prova a noite na “facul” e vou direto, não vai dar tempo de passar em casa”. É possível ter tempo para Deus e para nutrir uma espiritualidade sadia neste contexto urbano? Se disser para alguns daqueles com quem ando para olharem os lírios do campo, com certeza me dirão: “Que horas eu paro pra ver?”.

Um dos desafios dos jovens é viver nas cidades fazendo com que seu coração ainda permaneça no jardim. Nutrir uma espiritualidade sadia não está relacionado ao peso de uma tradição que te obrigue a ler um capítulo da Bíblia todos os dias e sim ao pertencimento e à pré-disposição em manter um relacionamento com Deus. Quando existe tal consciência, isso pode ser suprido no ônibus a caminho do “trampo”, em casa em frente ao “micro” ou em qualquer outro lugar. Não significa ir ao culto aos domingos, mas resgatar o conceito bíblico de que o culto é em todo tempo e em todo lugar.

A tendência, ao nutrirmos uma espiritualidade sadia em meio a um mundo em que tudo é “fast”, é queremos que tudo na vida se desenrole assim. Afinal, a “food” é “fast” e já não é de hoje que o miojo fica pronto em três minutos, a internet é rápida e a banda é larga. Os relacionamentos se tornaram superficiais. Se alguém vê, já não espera. Já dizia um pastor amigo: “Nada sagrado pode ser ‘fast’”.

Outro “insight” é viver o evangelho encarnacional em meio a uma sociedade competitiva e individualista. Dizer não a nós mesmos para nos tornarmos como Jesus, sendo capazes de aceitar as diferenças do outro e de nos submetermos ao próximo em amor. Abrir mão de si em favor do outro é um desafio que contraria os valores da sociedade pós-moderna.

O maior desafio é entregar completamente a vida em favor do reino de Deus e da missão. Re-significar o antigo conceito de carregar a cruz e lembrar que isso não está relacionado ao fardo de um namorado ou de uma família que chamamos de cruz. É saber que “a missão não faz parte da nossa vida; a missão é a nossa vida”, o que se desdobra em uma entrega total do que temos e do que somos. Eu não tenho uma missão — a missão é que me tem.

Salvação não é simplesmente um lugar para onde vamos quando morrermos. Ela é a total reorientação da vida de um indivíduo e de uma comunidade. Jesus diz: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.10). Salvação é conhecer a Deus e a partir disso re-significar nossa vida. A salvação em Cristo nos lança ao Pai e nos torna gente como o Filho, capazes de amar e de nos doar ao outro. Ela é capaz de nos salvar de nós mesmos, de nossa ignorância e de nosso egoísmo. Nosso maior desafio ainda é abrirmos mão de nós mesmos por amor a Jesus e a seu evangelho, e a partir disso vivermos uma vida com um significado maior do que o simples acúmulo de bens. Isso é vida eterna hoje.

Rogério Quadra, 27 anos, trabalha com juventude estudantil pela Mocidade Para Cristo e com menores infratores na Fundação Casa (antiga FEBEM).

QUADRA, Rogério. Desafios da Juventude. Disponível em <http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2412&secMestre=2447&sec=2456&num_edicao=319&palavra=juventude#>. Acesso em 07/12/2009.

30
nov
09

Faculdade tira jovens da Igreja

Maioria dos universitários cristãos desviam

Pesquisa realiazada em 2006 por Steve Herderson, presidente do Instituto Christian Consulting for Colleges and Ministries demonstrou que cerca de 58% dos jovens cristãos nos Estados Unidos se afastaram da Igreja ao ingresar à universidade. A pesquisa foi também aplicada dentro das universidades brasileiras e o resultado foi o mesmo.

Para muitos jovens o primeiro contato com a universidade é conflituoso. Novos contatos, relacionamentos e muitas vezes conflito de idéias. O repórter e humorista Danilo Gentili, do programa CQC, da Rede Bandeirantes de Televisão, de forma sarcástica, sintetizou neste final de semana em entrevista à Contigo, o que acontece nestes ambientes. “Faculdade serve para ir ao bar e fumar maconha, mas nem isso eu fiz” afirmou Gentili, que segundo declarações anteriores, foi criado na Igreja Batista e tinha o sonho de se tornar pastor. O publicitário desistiu do desejo após ser expulso por mau comportamento.

A pesquisa com o título ‘Uma questão de valor versus custo’, mostrou que 58¨% dos jovens cristãos se afastaram da igreja ao ingressar na faculdade, evidenciou o despreparo que muitos deles têm para enfrentar os conflitos da vida acadêmica. “Não podemos pensar em preparar o jovem cristão apenas para resistir à universidade, porque um dia ela terminará, mas prepará-lo para a vida cristã, familiar, profissional e pessoal. Trata-se de um investido não apenas parte da vida do jovem”, declara Helder Cardin, professor no Seminário Palavra da Vida, em Atibaia (SP).

O pesquisador se aprofundou no estudo, lembrou ainda que apesar da distância geográfica o comportamento e questionamento são comuns nos dois países. No caso do Palavra da Vida o curso é ministrado antes do ingresso ao terceiro grau e tem foco no estudo teológico e palavra.

Fonte: Creio – Robson Morai

Disponível em: http://ogalileo.com.br/jovens/verConteudo.php?id=gmUnuYl6gxcluxZvf9jcb15GuHcDT4. Acesso em 30 nov. 2009

23
nov
09

A Igreja Segue Caminhando

Por  Ronaldo Lidório

Há, sem dúvida, abundantes motivos de preocupação com a Igreja em nossos dias. Em solo brasileiro, o mercantilismo da fé invadiu púlpitos, livros e corações. A prosperidade material, em lugar da santidade e serviço cristão, se tornou o sonho de vida vendido nas prédicas diárias. Os títulos hierárquicos da fé são criados na busca por autoridade e destaque de egos enquanto — talvez seja o pior — a Palavra é manipulada para fins pessoais e, não raramente, ilícitos.

Não discordo das vozes de preocupação ou das lágrimas de angústia por uma Igreja que tem se encantado com as luzes deste mundo, perdeu a simplicidade cristã e, em muitos casos, se conformou com o presente século, aplaudindo-o de pé.

Porém, vejo que, apesar de vivermos dias maus, há motivos de tremenda alegria e regozijo no Senhor, pois sua Igreja segue caminhando. E observar o cuidado do Senhor ao preservar o caminhar da Igreja — mesmo ao transitar por ruas esburacadas e esquinas escuras — é terapêutico para a alma e estimulante para a fé.

Nos últimos tempos, encantei-me com várias destas pessoas que fazem parte da Igreja “caminhante”. Lembro-me daquele pastor assembleiano que encontrei no Rio de Janeiro que, encarecidamente, pedia ajuda para subir o morro do Alemão, visto que andava de muleta por ter levado um tiro na última vez que o fez. Desejava subir novamente o morro para pregar a Palavra de Deus. Recordo-me com cores vivas também daquele mecânico de Brasília, tomado pela alegria da conversão após trinta anos de sofrimento nas drogas, e que agora não conseguia completar uma frase sequer sem falar de Jesus. Também o Sr. João, leigo e semianalfabeto, que se embrenhou nas matas amazônicas para pregar a Palavra e evangelizar — sozinho — seis aldeias indígenas, sem preparo, sustento ou reconhecimento, mas por amor ao Cristo vivo. Não poderia me esquecer de nossos teólogos que andam na contramão das tendências da época e, mesmo debaixo de críticas e risos, não deixam de nos apontar o caminho da Palavra e da fé. E o que mais poderíamos falar dos pastores e líderes com cabeças já embranquecidas que, após uma vida inteira de fidelidade ao Senhor e à sua Igreja, nos inspiram a seguir o mesmo caminho? E aqueles que gastam a vida, economias e forças para dar voz e uma mão amiga aos caídos à beira do caminho? É também formidável perceber que, a cada semana, em solo brasileiro, milhões se apinham em templos das mais variadas espécies para praticar a comunhão e, com sede de Deus, buscá-lo enquanto se pode achar.

Dentre as maravilhas de Deus em manter a sua Igreja viva em meio a um mundo cujas cores são fortes e atraentes, penso em três fatos que, apesar de simples, são para mim emblemáticos.

Em primeiro lugar, após ter voltado da África para o Brasil, e por estar aqui desde 2001, percebo por onde passo a presença de verdadeiras testemunhas do Senhor Jesus. Homens, mulheres, crianças e idosos que não param de falar de Cristo, distribuir panfletos com mensagens bíblicas, realizar encontros nas praças e seguir de casa em casa; pessoas que são impulsionadas a falar de Jesus a partir do que têm experimentado em suas próprias vidas — sincera transformação. Não há um lugar que passo que não tenha uma marca — mesmo que simples, ou às vezes até fora de contexto — da determinação de se falar daquele que fez algo novo e maravilhoso em nossa vida. Jesus está no coração da Igreja e, frequentemente, também em seus lábios.

Em segundo lugar, recebi um pacote de cartinhas de crianças da escola dominical de uma igreja no interior de Minas. Várias delas afirmavam estar orando por nós — missionários — para que não nos desviássemos do nosso chamado. Naquela manhã pensei: fazemos parte de um Corpo que possui crianças que oram, escrevem suas orações e, ainda, nos exortam a não nos esquecermos do sentido da nossa vida!

Por fim, o amor à Palavra. Muitos crentes a buscam, separam tempo para estudá-la, ouvi-la e comunicá-la. Em muitos cultos o momento mais sublime é o momento da Palavra. Olhos se concentram, pessoas se ajeitam nos bancos. A Bíblia é segurada com interesse enquanto canetas anotam explicações e aplicações em caderninhos ou papéis improvisados. Há algo diferente quando “ela” é aberta.

Sim, a franca evangelização, crianças que oram e o amor à Palavra não minimizam o quadro agonizante de uma Igreja que precisa de urgente e franca reforma de vida. Mas são alguns, dentre muitos outros, sinais de que esta Igreja segue caminhando, e o fará até o dia final quando seremos chamados — os que dormem e aqueles que vivem — para ouvirmos a doce voz do Senhor: “servo bom e fiel”…

O reverendo Francisco Leonardo Schalkwijk, ao impetrar a bênção ao fim de cada culto, sutilmente adiciona uma frase que nos lembra a diferença entre aqueles que se chamam Igreja e aqueles que o são: “Que a graça do nosso Senhor e Salvador seja com toda a Igreja “que sinceramente ama o Senhor Jesus”, agora e para todo o sempre, amém”. Para ele há na igreja aqueles que são de fato Igreja — amam sinceramente a Cristo — e aqueles que frequentam cultos, reuniões e púlpitos. Escutei a mesma verdade da boca de um indígena crente em Cristo, da etnia Ixkariana do Amazonas quando afirmou que “ser cristão é conhecer a Jesus, amá-lo, viver como ele e falar dele”.

Como muitos outros, fui criado em um lar evangélico e nasci ouvindo hinos cristãos clássicos. Um deles dizia: “Nas lutas e nas provas a Igreja segue caminhando…” e, após as estrofes que falam da luta contra o pecado, o diabo e o mundo, o hino encerra como atestando o inimaginável: “a Igreja sempre caminhando”.

Nos encontros evangélicos internacionais o Brasil é sempre citado, e quase sempre de forma emblemática e entre frases estereotipadas. Alguns afirmam o grande avivamento que por aqui ocorre, a semelhança de outros poucos países do mundo onde o número de evangélicos cresce tão rapidamente. Outros denunciam as teologias oportunistas e exploratórias que são usadas em nosso meio para falsificar a presença e a atuação de Cristo. Não raramente alguém me pergunta, como brasileiro, o que acho. A resposta sai quase de forma automática: somos tudo isso e muito mais. Em meio a este emaranhado de iniciativas, das mais sinceras às mais questionáveis, cria-se um ambiente fluido e confuso para nós. Porém, devemos lembrar que o Senhor não vê como vê o homem. Aquele que separa o joio do trigo conhece a sua Igreja, a ama e a sustenta.

Proponho um exercício espiritual enquanto caminhamos.

– Preocupar-nos um pouco menos com as loucuras feitas em nome de Cristo e um pouco mais com o nosso próprio coração, para que não venhamos a ser desqualificados.

– Olharmos mais para os desejos do Senhor sabendo que, para isto, precisaremos quase sempre estar na contramão do mundo.

– Observarmos a beleza da presença transformadora de Cristo em sua Igreja e tantos motivos de alegria, em tantas vidas verdadeiramente transformadas, e não somente os fartos motivos de agonia e indignação.

-Para cada palavra de crítica à Igreja — autocrítica, se assim quiser — termos uma palavra ou duas de encorajamento, para nosso irmão ao lado e para nosso próprio coração.

– Ouvirmos com zelo e temor os profetas que nos denunciam o erro, bem como os pastores que nos encorajam a caminhar.

– Não perdermos de vista Jesus Cristo, Cordeiro de Deus e vivo entre nós, para que a tristeza advinda da Igreja não nos impeça de experimentar a alegria do Senhor. Louvado seja o Senhor Jesus Cristo por ser ele, com sua autoridade e amor, e não nós, em nossa fraqueza e desamor, que faz com que a Igreja — que a ele pertence — siga caminhando.

• Ronaldo Lidório é missionário presbiteriano ligado à APMT e à Missão AMEM, entre os indígenas da Amazônia.

Texto extraído da Revista Ulimato. Disponível em http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2498&secMestre=2525&sec=2531&num_edicao=321 Acesso em 23 nov. 2009

09
nov
09

O Livro dos Mártires

971Em memória da devoção e da coragem.

O livro dos mártires é um clássico da literatura mundial, ignorado até há pouco tempo pelos cristãos do Brasil. O livro reconta as vidas, os sofrimentos e as mortes triunfantes dos mártires cristãos da História. Iniciando-se com a história do primeiro mártir – o próprio Jesus Cristo – este relato histórico excepcional traça as raízes da perseguição religiosa. Expõe os casos de mártires famosos como John Wycliffe, John Huss, William Tyndale, Martinho Lutero, Thomas Cranmer e muitos outros.

Por que ler esta obra em pleno século 21? Infelizmente o tema do martírio religioso recusa-se a ser relegado aos arquivos da História. É assunto tão contemporâneo quanto as manchetes de hoje. Cristãos em diversos países hoje vivem e defendem a sua fé sob a ameaça de morte. Muitos acabam pagando o preço máximo. E cada uma dessas mortes suscita uma interrogação na consciência de todo cristão: o que eu faria no seu lugar? A reflexão inspirada pela morte dos mártires pode nos levar ao cerne da nossa fé.

Esta nova edição conta com a tradução primorosa de Almiro Pisetta e litogravuras originais de Marcelo Moscheta.

Esta obra de Jonh Foxe é primoroza no que diz repespeito anos fazer relembrar o que nos pode dar eperança. O relato da história e da adversidade de vários cristãos, que pagaram o preço do discipulado cristão com suas próprias vidas. É sempre bom lembrar que pessoas sofreram muito mais do que nós em prol do Reino que almejamos.

Os relatos nos fazem percorrer desde o tempo da igreja primitiva até o século XIX onde, como sempre, percebemos a mão poderosa de Deus sustentando pessoas que resolveram viver por Ele!

Glória a Deus por cada vida que se dispôs e nos encoraja a prosseguir rumo ao alvo, sem deixar de perceber em meio as adversidades que passamos, todo o cuidado de Deus conosco.

John Foxe (1516-1587), autor do livro, nasceu na Inglaterra e estudou na Universidade de Oxford. Durante a perseguição dos protestantes pela rainha Mary Tudor, exilou-se na Alemanha e na Suíça, onde escreveu a primeira edição desta obra. A mensagem de O Livro dos Mártires moldou a consciência religiosa e política da Inglaterra durante vários séculos.

A leitura vale a pena.

Clique aqui e leia a introdução do livro disponibilizado pela editora.

FOXE, John. O Livro dos Mártires. São Paulo: Mundo Cristão, 2003, 360 p.




"Lembrem-se dos primeiros dias, depois que vocês foram iluminados..." Hebreus 10:32
agosto 2017
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